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* Bram Stoker e os alhos combatentes





Grande parte das lendas e superstições sobre vampiros originaram-se no leste europeu. Não há dúvidas, entretanto, de que a imagem definitiva e arquetípica do vampiro aristocrático, de aparência inteligente, fala macia e roupas elegantes venha do irlandês Bram Stoker. Até então, os vampiros das tradições do leste, com raras exceções, eram retratados como monstros grotescos, criaturas de egos mal recortados e psiquês descalibradas, maltrapilhos de unhas pútridas, cabelos desorganizados e peles arroxeadas e escamantes. Bram, para criar o nosso vampiro definitivo, valeu-se de várias características do conjunto de aberrações folclóricas, temperando-as em sua criação. Ao topo delas, porém, pincelou seu morcego humano com vernizes de nobreza e modernidade. 

Drácula é um romance que, apesar de sua veia popular e de fácil assimilação, instiga assuntos complexos como cultura de massas, insanidade mental, subtextualidade freudiana e junguiana, gênero, sexualidade feminina, colonização reversiva e modernidade. (Para alguns catedráticos, o romance pende entre a alegoria católica e a ansiedade psico-sexual vitoriana). A narrativa esconde alguns segredos nas profundezas de sua trama gótica. A exemplo de outras obras de arte e literatura, o livro revela parte de um tenso contexto social e político da época em que fora escrito, em 1897. 

A chegada, na Londres Vitoriana, de um estrangeiro misterioso, retratado na forma de um vampiro apreciador de sangue humano e com intenções pouco amistosas como a de dominar a Inglaterra, representava simbolicamente - quem diria?- as ansiedades e delírios de um império em declínio, repleto de cidadãos temerosos com hipotéticas invasões de alguma força estrangeira, possivelmente a da marinha francesa. Trocando em miúdos, o longo período de vampirismo colonialista imposto pelos britânicos assombrava-os de volta em seus devaneios oníricos e imaginações literárias. A história, porém, acabou por provar, ao final, que suas paranóias não estavam completamente desprovidas de fundamento. O que erraram, mesmo, - e feio - fora o alvo de suas previsões. Quem veio com tudo para cima deles não foi a França e, sim, a Alemanha. Se tivessem, pelo menos, recorrido ao charmoso conde da Transilvânia - e aos seus experientes vizinhos romenos -, saberiam que, para repelir o monstro invasor, bastariam apenas algumas poucas réstias de alho ... Quem sabe a história da primeira guerra poderia, desta forma, ter tido outro desfecho?

(fotos:llunkes)

***




Em algumas áreas rurais do leste europeu, ainda no presente, os moradores esfregam dentes de alho em seus animais domésticos e fixam réstias do vegetal repelente em suas portas frontais com o intuito de expulsar os vampiros que vagam à noite pelos seus povoados. Outra estratégia  - infalível - nos reporta ao divertido Vila Sésamo (quem se lembra da canção do Conde?). Vampiros são tidos como contadores compulsivos. Ao espalhar sementes de papoula e mostarda pelos cemitérios, os supersticiosos acreditam que esses hematófagos notívagos, ao saírem de suas tumbas, são compelidos a contá-las, uma a uma, e assim o fazem até o raiar do sol, quando, forçados pela claridade, retornam a seus caixões-aposentos sem a companhia de alguma vítima fatal.  That is clever!!!! Fasterrrrr, fasterrrr, it is so exciting, one, two, three, four, one, two, three, four, ai,ai,ai,ai ...


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receita anti-vampiros (just in case!) :
pannacotta  de confit de alho e parmesão com figos marinados no balsâmico de figos





A harmonização perfeita entre a cremosidade perfumada do confit de alho, a agudez 'noseada' do parmesão, a acidez adocicada dos figos e a crocância da torradinha morna deixa essa receita irresistível.


(para 4 pessoas)



para o confit de alho 

 de 5 cabeças grandes de alho, descascados 
óleo vegetal, o quanto baste para cobrir o alho
raminho de tomilho fresco ou alecrim (opcional) 
folha pequena de louro 
1/2 xícara de creme de leite fresco 
1/2 xícara de leite integral 
casca de parmesão ou 50 g de parmesão em bloco inteiro (não ralar) 
2 colheres de chá (rasas) de gelatina em pó sem sabor dissovidas em 2 colheres de sopa de água fria 
pitada de noz moscada ralada fresca 
pitada de pimenta caiena ou branca 
sal marinho 

para o figo 

4 figos maduros, descascados e cortados em cubos pequenos 
1 colher de sopa de balsâmico em infusão de figos, ou aceto balsâmico tradicional + pitada de açúcar 
micro folhas de rúcula 

preparo 

para a pannacotta 

1. Faça o confit de alho: Coloque o alho, o ramo de erva e o louro em uma panela pequena. Coloque o óleo até cobrir. Leve ao fogo bem baixo e deixe cozinhar até ficar macio (40 minutos, aproximadamente). Deixe esfriar. Escorra. Descarte a erva. Passe os dentes de alho pela peneira de forma a obter um purê homogêneo. Reserve. Guarde o óleo para outro uso, se desejar. Se for reutilizar o óleo, sugiro que utilize óleo de oliva. 

 2. Faça a pannacotta: Misture o leite e o creme. Coloque a casca ou o bloco de parmesão e leve ao fogo. Deixe ferver. Desligue. Deixe esfriar. Coe. Descarte o parmesção. Leve o leite-creme novamente ao fogo e deixe esquentar. Coloque a gelatina e dissolva por completo. Desligue. 

3. Inclua o purê de alho e misture bem. Acrescente o sal, a noz moscada e a pimenta. 

4. Distribua a mistura em quatro formas e leve à geladeira até firmar. 

finalizando 

Misture o figo e o balsâmico. Desenforme as pannacottas em quatro pratos. Disponha o figo marinado sobre as panacottas e decore com a rúcula. Sirva com torradinhas bem finas. Bom apetite.


***

* Ravioli Primavera (Aspargos, Nozes e Creme de Ricota), Molho Cremoso de Espumante e Pecorino, Flores e Brotos Comestíveis

A receita abaixo foi criada para o especial de primavera do Gastrô (Caderno de Gastronomia da Zero Hora). Bom proveito!!


 
foto: llunkes
(para 4 pessoas)

Para o recheio
1 molho de aspargos
1 dente grande de alho, picado finamente
5 colheres de sopa de pecorino romano ralado ou parmesão
8 colheres de sopa de ricota creme
80 g de nozes, torradas e picadas


1. Remova  a parte fibrosa dos aspargos, cortando uns 4 cm a partir de suas bases. Descarte as bases. Coloque  os aspargos na água fervente com sal e cozinhe até atingirem o ponto al dente. Escorra-os e coloque-os imediatamente em água gelada. Deixe esfriar  e escorra novamente.

2.  Em um multi-processador, coloque os aspargos, o alho, o pecorino e a ricota. Processe até ficar bem cremoso. Se necessário, acrescente mais ricota. Tempere com sal e pimenta preta. Acrescente as nozes e misture. Reserve.


3.  Com o recheio pronto, você tem duas opções para finalizar os raviólis:  a primeira, e a mais prática, seria levar esse recheio à uma casa de massas de sua confiança e pedir para que eles finalizem seus raviólis. É uma prática aceitável e que irá reduzir o seu tempo na cozinha consideravelmente. Não esqueça de que o recheio é a parte mais importante, e  você ainda terá os seus raviolis costumizados. A segunda opção, seria fazer a massa e fechá-los você mesmo. Nesse caso, a receita da massa segue abaixo, no final dos procedimentos.  Considerando, neste momento,  que seus raviólis já estejam finalizados, vamos à receita do molho.

Para o molho

3 dentes de alho , esmagados
4 colheres de sopa de cebola picada
1 xícara de Freixenet carta nevada demi sec  ou outra espumante
200ml de creme de leite fresco
de 2 a 3 colheres de sopa de Pecorino ralado
Sal marinho e pimenta do reino a gosto

1. Leve ao fogo uma panela pequena de inox com a espumante, o alho e a cebola. Deixe levantar fervura  reduza o líquido até quase evaporar por completo. Acrescente o creme de leite e deixe levantar fervura. Desligue e coe. Volte com o molho ao fogo e deixe enquentar. Acrescente o pecorino. Desligue. Cozinhe os raviólis em água salgada e fervente. Escorra-os e sirva com o molho e os acompanhamentos.

Para os acompanhamentos: uma mescla de algumas flores comestíveis ( pode ser brócolis, couve-flor roxa,  broto-de-feijão, cebolinha e ciboulette, manjericão, sálvia, pétalas de calêndula, entre outras); alguns brotos (de rabanete, de girassol, de alfafa, de ervilha , de cebola) e micro folhas como de as funcho, couve-de-bruxelas  ou de beterraba, por exemplo.

(fotos:llunkes)

***

Para a massa do ravioli

2 xícaras de farinha de trigo, peneirada
2 ovos grandes
0,5 colher de chá de óleo de oliva

1. Misture os ovos e o óleo de oliva. Em uma bacia grande, coloque a farinha. Faça um “poço” no centro da farinha e acrescente a mistura dos ovos nessa depressão. Com o auxílio de um garfo, vá incorporando a farinha, ao poucos, nos ovos até formar uma pasta espessa. Com o auxílio das mãos, incorpore o restante da farinha e comece a sovar a massa. Continue sovando  até a massa ficar elástica, homogênea  e levemente grudenta. Leve-a à geladeira por  30 minutos.

2. Abra a massa. Corte os raviólis. Coloque o recheio e feche-os raviólis como se fossem pequenos pastéis.

3. Cozinhe os raviólis em água fervente e salgada por aproximados 5 minutos. Escorra e sirva-os com o molho e os acompanhamentos (ou ainda sem eles, se desejar.  O que realmente importa é o recheio!!)


***

* os estranguladores do padre










foto:llunkes


Matteo Marino, segundo uma lenda toscana, ao retornar de uma longa peregrinação pela Itália, decidira parar em uma estalagem à beira do caminho para comer algo e descansar. O dono do estabelecimento, ao perceber a presença indesejável do frade cappuccino em seu negócio de reputação duvidosíssima, temera pelo desconforto de seus clientes-de-religiosidade-ligeiramente-apática. Para livrar-se, então, do intruso, o senhor ordenara à sua prestativíssima esposa que criasse, para o rechonchudo visitante, alguma pasta que fosse absolutamente deliciosa, porém, de ingestão inviável. O sacro glutão, segundo o ardiloso plano, sucumbiria ao sufocar-se com as macro pelotas de massa entaladas em sua garganta. As previsões, por sorte, confirmaram-se favoráveis ao patrão e à sua devotada cúmplice, e a harmonia criminosa do recinto fora reestabelecida. Nascia o primeiríssimo strozzapreti (estrangula-padre) da história. Com a propagação da operação bem sucedida , novas criações e versões desse nhoque proliferaram por toda a Itália.





receita: Gnocchi de mandioquinha, recheados com queijo serra da estrela, molho de porcini e beurre noisette
Os inchados strozzapreti da toscana, diferentemente da versão esquálida da Romagna - que têm o formato de, digamos, uma minhoca retorcida -, são feitos de ricotta e espinafre. Na receita abaixo, a mandioquinha e o extraordinário queijo Serra da Estrela entram para substituir os dois ingredientes principais do prato, e são deliciosamente arrematados pelo sedoso molho de porcini. Imperdível! Vamos à receita?

(para 2 pessoas
)
para os nhoques (gnocchi)300 mandioquinha (batata baroa), descascada e cortada em rodelas
1 gema de ovo
60 g de farinha de trigo
4 colheres de sopa de queijo granna padano ou parmesão
sal marinho a gosto
pitada de pimenta caiena ou pimenta preta moída a gosto
pitada de noz moscada
40g queijo serra da estrela ou outro queijo semi-mole, gelado e cortado em 6 pedaços

1.Coloque a mandioquinha em uma panela pequena, cubra com água e leve ao fogo. Deixe ferver até ficar macia. Escorra bem e deixe esfriar. Reserve a água. Coloque a mandioquinha numa forma levemente untada. Leve ao forno em temperatura média para secar ( um passo importantíssimo). Quando estiver bem seca, retire do forno e deixe esfriar por completo.
2. Leve uma panela com água salgada ao fogo. Em um outro recipiente, amasse bem a mandioquina até formar um purê seco. Reserve uma colher de sopa desse purê.
3. Misture o purê frio, a gema, o sal, a pimenta e o grana padano. Acrescente a farinha aos poucos e rapidamente sem mexer demais. A massa ficará razoavelmente seca, mas diferente dos tradicionais nhoque de batata.
4. Moldando os nhoques: retire uma colher de chá da massa. Faça uma bolinha entre as duas palmas da mão. Achate essa bolinha de forma a obter uma moeda grossa. Coloque um pedaço do queijo no centro dessa moeda. Faça uma segunda moeda. Coloque sobre a primeira de forma que o queijo fique encapsulado no centro das duas moedas de massa.
5. Use novamente as palmas das mãos e faça uma única bolinha com ambas as moedas manteno o queijo no centro. (Se a massa estiver muito grudenta, molhe as mãos com água ou um pouco de óleo).
6. Coloque o nhoque recheado direto na água fervente por alguns minutos até ficar totalmente cozido. Enquanto isso vá moldando os outros nhoques e adicionando-os à água enquanto retira os que estão prontos. Resserve-os em um prto levemente untados. Ao finalizar de cozer todos os nhoques (serão 6 peças), baixe o fogo ao mínimo e faça o molho.


para o molho
10 g de cogumelo porcini seco ( ou 150 g de cogumelos frescos, fatiados e salteados no óleo de oliva)
2 dentes de alho sem pele e esmagados
2 colheres de sopa de cebola picada em cubos muito pequenos
óleo de oliva
0,5 xícara de vinho branco seco
4 colheres de sopa de manteiga
salsinha ou ciboullete picados

1.Coloque os cogumelos em uma xícara de água fervente por 15 minutos. Coe. Esprema os cogumelos para retirar o excesso de água. Reserve a água e o cogumelo. Bata a colher de purê de mandioquinha que foi reservada na água do cogumelo de forma a obter um liquido levemente cremoso. Reserve.
2. Em uma panela pequena, coloque o óleo, o alho e a cebola. Leve ao fogo e deixe a cebola e o alho ficarem translúcidos.
3. Acrescente a manteiga e deixe-a dourar ( beurre noisete ). Acrescente o vinho imediatamente e deixe esse reduzir pela metade. Acrescente os cogumelos e o caldo deles batidos com a mandioquinha. Deixe levantar fervura, baixe o fogo ao mínimo.

servindo
1.Retorne os nhoques à água fervente para aquecê-los. Escorra e mergulhe-os no molho. Deixe cozinhar por alguns segundos. Desligue. Sirva 3 unidades em cada prato pequeno e fundo. Coloque o molho sobre os nhoques e salpique com as ervas. Bom apetite !!!

* Cole Porter e a Peruca da Condessa






















foto: llunkes
..

O obsceno e deliciosamente picante musical de Cole Porter tinha todos os ingredientes necessários para lançar as caixas-regi$tradoras à estratosfera. All the way up. A desbocada história de Du Barry Was A Lady ( Du Barry Era um Pedaço), que estreiou na Broadway em 39, narra as peripécias de um burlesco chapeleiro que sonha em ser Luís XV, o rei da França. As desordeiras ações do imaginário monarca, armadas com o intuito de levar a sua furtiva amante para um randezvouszinho íntimo em seus aposentos reais, satisfazem as fantasias do chapeleiro, que sonha em consumar o seu amor - não correspondido - por uma jovem cantora. O musical foi um sucesso, como era de se esperar, e algumas das sofisticadas canções de Porter se eternizaram, anos mais tarde, nas impecáveis vozes de Judy Garland e Ella Fitzsgerald.

Se, por um lado, Du Barry Was a Lady é uma ficção do tipo “comédia-besteirol”, por outro, a lengendária Madame Du Barry “was a very real lady, indeed”. Embora o destino lhe tenha reservado um final tragicamente semelhante ao de sua arqui-inimiga, Marie-Antoniette, a última amante de Luíx XV usufruiu, em seus anos de exuberante glória, todos os dourados privilégios que eram destinados à favoritinha do rei. Caprichosa, a condessa-coquette cercou-se de luxo e riqueza. Amante fervorosa das artes, entre elas a gastronomia, tinha uma predileção por couve-flor, um vegetal super em voga entre as elites palacianas desde os ostensivos anos de Luis XIV, outro entusiasta da branquinha. Tal mania custou à ilegítima primeira dama piadas desdenhosas por parte da corte, que associava a sua complexa e entalcada peruca com o formato cônico e albino do vegetal. Du Barry comprendia, entretanto, que tais rumores degradantes não passavam de manifestações de inveja e pouco se importava com os pequenos da corte. Queria mesmo era viver os seus pomposos dias de "vice-rainha". E assim o fez.

Entretanto, após a morte de Luís XV, a também-em-voga-guilhotina trouxe aquele conhecido tom de final-de-balada para as extravagâncias da cortesã. Ao subir ao cadafalso, seu trêmulo e elaborado arranjo de couve-flor, meticulosamente encaixado em sua ornamentada cabeça, se espatifou por terra. Impiedosamente. Era a temível Revolução Francesa sacrificando a sua primeira e, possivelmente, a sua última leguminosa. A partir daí, a história da França (e a da couve-flor) tomou outros rumos. Bem mais democráticos.




receita: Quiche DuBarry (Couve-Flor e Alho Porró)

Toda a vez que você deparar com algum prato francês de nome DuBarry, saiba que a couve-flor é o seu principal ingrediente. Invariavelmente.
(para 8 pessoas)

para o recheio

3 alho-porrós pequenos, lavados e picados
4 dentes de alho, descascados e laminados
1 colher de sopa de manteiga + 1 colher de sopa de óleo de oliva
2 ovos grandes, batidos
1,5 xícaras de quark, escorrido numa peneira
0,5 cabeça de couve-flor, com as floretes separadas
0,5 xícaras de leite integral
1,5 colheres de sopa de mostarda dijon em grãos
50 g de queijo parmesão ralado
sal marinho a gosto
pitada de pimenta caiena
pitada de noz moscada
1 colher de chá de açúcar
lâminas de trufas negras( super-opcional)

para a massa da quiche

300 g de farinha de trigo peneirada
150 g de manteiga cortada em cubos pequenos e resfriada no freezer por 10 minutos
1,5 colher de chá de sal
0,5 colher de chá de açúcar
4 colheres de sopa de água gelada
2 colheres de sopa de vinagre de arroz ou de vinho branco, gelado
equipamento especial: forma de torta-pie de 27cm de diâmetro, rolo de massa, papel alumínio, papel filme, 1 xícara de feijões crus

PREPARO
para a massa

1.Misture a água e o vinagre. Leve ao freezer por uns 10 minutos. Coloque a farinha, o açúcar, o sal no multi-processador.
2.Acrescente os cubos de manteiga. Dê alguns pulsos no motor para que a manteiga e a farinha se misturem levemente até formar uma espécie de areia granulada.
3. Com o motor ligado, acrescente a mistura de água e vinagre. Deixe a máquina rodando até a massa se agrupar levemente junto às paredes do processador (questão de segundos) mas ainda apresentar uma aparência flocosa. Desligue imediatamente. Transfira a massa para uma bacia grande e, com o auxílio das mãos, junte tudo, formando uma bola achatada. Enrole a bola em um papel-filme e leve à geladeira por, no mínimo, uma hora. Para obter uma crosta perfeitamente crocante, o ideal seria deixar a massa na geladeira por várias horas.

pré-assando a crosta

1.Com o auxílio de um rolo de massa, abra a massa do quiche até obter um círculo de 35 cm de diâmetro. Com cuidado, deite a massa na forma e distribuindo-a regulamente por toda a superfície. Descarte o excesso de massa das bordas. (veja o vídeo). Com um garfo, fure toda a base da massa. Cubra a massa com papel alumínio. Coloque os grão de feijão sobre o papel alumínio. Isso irá evitar que o fudo da crosta levante durante o cozimento. (veja o vídeo)
2.Leve a forma ao forno aquecido à 190 graus. Asse a crosta por uns 45 minutos, ou até a borda ficar levemente dourada. Retire os feijões, e o papel alumínio e retorne com a crosta ao forno para dourar a sua base, levemente. Se necessário, proteja as bordas com papel alumínio para não assem demais. (veja o vídeo)
3. Quando a base estiver levemente dourada, retire a crosta do forno(veja o vídeo). Enquanto ela esfria, prepare o recheio da quiche.

para o recheio

1.Cozinhe as floretes da couve-flor por alguns segundos em água fortemente salgada. Retire-as ainda crocantes, escorra e mergulhe imediatamente em água gelada. Isso irá interromper o seu cozimento instantaneamente. Drene e reserve.
2.Em uma panela, coloque a manteiga, o óleo e o alho laminado. Ligue o fogo e frite até o alho ficar fragrante mas ainda incolor. Inclua o alho-porró, uma pitada de sal e baixe o fogo até o mínimo. Cozinhe os alhos por aproximadamente 30 minutos, sempre mexendo, evitando que mudem de cor.Desligue e deixe esfriar.
3.Num recipiente, misture o quark, o parmesão, os ovos batidos, o leite, a mostarda, o sal, a pimenta caiena, a noz moscada e o açúcar. Inclua a mistura dos alhos e misture. Inclua a couve-flor. Misture.
4.Preencha a crosta com o recheio, distribuindo-o homegeneamente por toda a superfície. Leve ao forno a 200 graus até dourar. Retire do forno e deixe esfriar. Sirva.

***
PS. Um amigo, ao retornar da França, me presenteou com algumas truffas negras. Um presentasso! Não imaginei, então, nada mais “legitimamente monárquico” do que utilizá-las no topo da Quiche DuBarry. A madame arrasou! Mesmo "guilhotinada".



***

* finger food: mini-profiteroles de cheddar, pimentão assado e cebolinha verde















fotos:llunkes

Originários da Burgundia, esses "pãezinhos de queijo de sotaque francês" são uma opção bacana de finger food - você pode variar os queijos e combiná-los com outros ingredientes afins, bem como optar entre fritá-los e assá-los ao forno. A sacação é ser criativo. Bom proveito.

a receita
para 60 mini-peças  











125 ml de leite integral
55 g de manteiga sem sal
70 g de farinha de trigo peneirada
de 2 a 2,5 ovos grandes
pitada de açúcar
pitada de sal marinho
pitada de pimenta caiena
noz moscada ralada
1 pimentão vemelho
80 g de queijo cheddar ralado
6 colheres de sopa de queijo grana padano ralado
4 colheres de sopa de cebolinha verde fatiada finamente

PROCEDIMENTO

1. Aqueça o leite e a manteiga numa panela de fundo grosso. Deixe levantar fervura, espere a manteiga derreter e acrescente a farinha toda de uma só vez. Bata vigorosamente com uma colher de pau e cozinhe sempre mexendo até ela inchar e começar a desgrudar dos lados da panela .

2. Remova a panela do fogo e transfira a massa para um recipiente limpo. Deixe esfriar levemente. Adicione um ovo batendo a massa com bastante vigor evitando que m o ovo " talhe" como calor da massa. Quando o ovo for todo incorporado à massa adicione outro e repita a operação. A massa deve ficar sedosa, aveludada, brilhosa e elástica porém consistente. Se estiver muito seca e quebradiça, adicione a metade de um terceiro ovo. Reserve.

3. Coloque o pimentão no topo do bico aceso do fogão e asse-o até a pele ficar completamente carbonizada de todos os lados. Retire do fogo, colque-o em um recipiente pequeno e cubra com um prato ou um papel filme para que ele termine de cozinhar no seu calor residual. Depois de 20 minutos, lave o pimentão em água corrente e retire a pele e as sementes cuidadosamente. Seque com o auxílio de um papel toalha e corte-o em cubos muito pequenos.

4. Coloque na massa o parmesão, o pimentão, o cheddar, a pimenta caiena, a noz moscada, a cebolinha e o sal. Misture bem. Transfira tudo para um saco de confeitiero de bico largo.

5. Faça, com o saco de confeiteiro, pequenas bolas da massa sobre um tabuleiro untado.

6. Ao assar, pré-aqueça o forno à temperatura de 220 graus centígrados. Asse-os até ficarem inchadas e levemente douradas. Baixe a temperatura para 190 graus e termine de assá-los. Retire do forno e sirva-os quente.

***

Dica: antes de retirá-los do forno, você pode pincelá-los com um ovo batido, povilhar com parmesão e retornar ao forno por mais alguns minutos.

Para congelar: os profitelores congelam extremamente bem. Congele-os crus. Depois de formadas as bolinhas, leve-os ao freezer. Quando congelados, armazene-os em um recipiente hermeticamente fechado. Não é necessário descongelá-los para assar. Eles vão diretamente do freezer ao forno, necessitando, porém, de um tempo extra no último. O único inconveniente desse método é o de que o freezer resseca a massa. Para evitar o problema, acrescente um pouco mais de ovo ( a outra metade do terceiro ovo talvez seja o suficiente ) e algumas colheres extras de leite, deixando a massa um pouco mais flexível.

***

* torre de antipasto















fotos: llunkes



O antepasto, na ordem lógica dos italianos de organizar o seu mundo à mesa, ocupa o primeiríssimo lugar dentro de um ritual gastronômico meticulosamente sistematizado. O primogênito de uma proeminente prole de sucessivos pratos, ele é servido no começo de cada refeição e tem como uma de suas principais funções estender o tempo de permanência dos comensais ao redor da "tavola" reforçando, assim, os laços sociais e afetivos entre familiares e amigos. Boa comida, bom vinho, boa conversa , boa gente e tempo de sobra para se jogar fora ... a vida pode ser bela, não é mesmo ?

torre de antepasto
(para 4 pessoas)

Um antepasto tradicional consiste na combinação de vários componentes que são servidos em pequenos pratos espalhados aleatoriamente pela mesa. Pode incluir carnes curadas, vegetais marinados, azeitonas, queijos, anchovas frescas, pães, grisinis e torradinhas. A versão abaixo, além de focar-se nos ingredientes vegetarianos, propõe uma roupagem moderna, concentrada e vibrantemente colorida. Buon appetito. 


4 rodelas de beringela de 7mm espessura
4 rodelas de abobrinha amarela (7mm)
4 rodelas de abobrinha verde (7mm)
4 rodelas de muzzarella de búfala (7 mm)
1 pimentão vermelho
4 cogumelos paris ou castanho, grandes
1 cebola fatiada
6 dentes de alho, esmagados
2 ramos de tomilho
de 1 a 2 colheres de sopa de óleo de oliva
de 2 a 3 colheres de chá de vinagre balsâmico
sal
pimenta do reino preta moida

para o creme de beringela e anchovas
1 beringela média
0,5 cebola picada
3 dentes de alho, picados
óleo de oliva
acetato balsâmico
pimenta do reino preta moida
30 g de pasta di acciughe (anchovas)

para o vinagrete

3 colheres de chá de mostarda dijon
de 2 a 3 colheres de chá de pasta di acciughe (anchovas) , ou 3 filés de anchovas, lavados e picados 3 colheres de sopa de vinagre balsâmico
9 colheres de sopa de óleo de oliva
sal e pimenta do reino a gosto
1 dente grande de alho picado finamente

PREPARO

1. Coloque em um recipiente as rodelas de beringela e abobrinhas, os cogumelos, a cebola, os dentes de alho e os ramos de tomilho. Acrescente o óleo de oliva o suficiente para cobrir levemente os legumes. Coloque algumas gotas de balsâmico e misture bem. Cubra e leve à geladeira deixando marinar por umas 8 horas.

2. Coloque o pimentão sobre o bico do fogão a gás e deixe-o queimar de todos os lados. Quando estiver completamente carbonizado, desligue e coloque-o em um recipiente pequeno. Cubra e deixe parado por uns 15 minutos. Leve-o sobre a torneira de àgua corrente e remova a pele. Abra e retire a semente. Seque com um papel toalha. Corte-o longitudinalmente em 4 partes. Reserve.

3. Disponha as rodelas dos vegetais marinados sobre uma forma untada com óleo de oliva. Sobre elas distribua a cebola, o alho e o tomilho. Leve ao forno a 190 graus por uns 10 mintuos, ou o tempo suficiente para assarem. Repita o mesmo procedimento com os cogumelos. Reserve.

para o vinagrete

1. Coloque numa bacia a mostarda, a pasta de anchovas e o vinagre. Misture bem. Com o auxílio de um fuè, vá incorporando o óleo de oliva em um fio , mexendo vagarosamente em movimentos circulares.
2. Acrescente o alho picado, o sal e a pimenta preta e reserve.

para o creme de beringela

1. Perfure a beringela com o garfo pela extensão de sua superfície. Embrulhe-a levemente em papel filme e leve ao microondas na potência máxima por uns 3 minutos, ou até ela ficar murcha.
Retire e deixe esfriar. Corte ao meio e retire a polpa. Descarte a casca.

2. Enquanto isso, frite o alho e a cebola em numa frigideira antiaderente e com óleo de oliva até ficar transparente e perfumado. Acrescente a polpa da beringela e frite por mias uns 3 minutos, sempre mexendo. Desligue e deixe esfriar.

3 Processe no multiprocessador até ficar um creme. Acrescente a pasta de anchovas, sal, pimenta do reino e as gotas de balsâmico. Reserve.

ao servir

1. Apare os cogumelos de forma a obter rodelas de aproximadamente 7mm de espessura. Tempere os vegetais assados com um pouco do vinagrete, sal e pimenta , incluindo o pimentão.

2. Em cada um dos 4 pratos, vá empilhando uma rodela de cada legume ( incluindo a muzzarela de búfala) intercalando cada camada com uma colher de chá de creme de beringela.

3. Por último, coloque um pouco do creme de beringela sobre cada uma das 4 partes do pimentão. Enrole e arranje cada pimentão sobre a torre de legumes. Distribua o restante do vinagrete ao redor das torres e sirva-as acompanhadas de torradinhas. Corra e vá impressionar os seus convidados. Bom apetite.

****

* finger food : crepes recheados com pêras, nozes e roquefort














fotos: llunkes

A combinação de pêras com nozes e alguns queijos fortes como o gorgonzola, o blue ou o roquefort tornou-se um clássico da gastronomia e uma das maneiras mais deliciosas e elegantes de apresentar essa fruta à mesa. Ao provar, você verá que a alquimia entre esses ingredientes realmente funciona. A pequena guloseima aí abaixo, apresentada na forma de um finger food, é uma releitura divertida e descomplicada de executar. Será, certamente, uma de suas receitas favoritas quando o assunto for "finger food" . Well, mãos à obra, então ...

Mini-Crepes de Pêra, Roquefort e Nozes

(Rende aproximadamente 24 mini-unidades)

2 pêras maduras mas firmes (em torno de 300 g)
2 colheres de manteiga
Suco de um limão siciliano
2 colheres de sopa de açúcar ou mais, se necessário
2 colheres de sopa de licor de pêra poir william (opcional)
Pitada de sal
Pimenta do reino a gosto
½ xícara de nozes
150 g de queijo roquefort, esmigalhado
24 ciboulettes fervidos em água por 15 segundos e imediatamente resfriados em água gelada

Para os crepes

2ovos
1 xícara de leite integral
2 colheres de manteiga derretida e esfriada
1 xpicara de farinha de trigo peneirada
Sal
Pitada açúcar
Pimenta do reino a gosto
Manteiga ou óleo vegetal para fritar os crepes


Equipamento especial: frigideira antiaderente de fundo medindo 20 cm de diâmetro, cortador de cookies de 6 cm de diâmetro

PREPARO

Faça a massa do crepe

1. Bata tudo on liquidificador até ficar homogêneo. Deixe descansar por uma hora.

Faça a compota de pêra e roquefort

1. Torre as nozes por mais ou menos uns 8 minutos no forno a 190 graus até ficarem crocantes e cheirosas. Deixe esfriar e triture.
2. Descasque as pêras e retire o miolo com as sementes. Corte as frutas em cubos bem pequenos e misture o suco do limão.
3. Numa frigideira em fogo médio, derreta manteiga. Acrescente as pêras e o açúcar e cozinhe até ficarem macias e sem excesso de líquido. Coloque um pouco de água se necessário.
4. Perto do final do cozimento acrescente o licor (se usar) e deixe evaporar. Desligue. Acrescente a pitada de sal e a pimenta do reino. Deixe esfriar.
5. Misture as nozes picadas e o roquefort. Reserve.

Cozinhe os crepes

1. Em uma frigideira antiaderente e quente, coloque um pouco de manteiga e espalhe por toda a superfície. Derrame um pouco da massa do crepe de forma a cobrir com uma camada fina todo o fundo da frigideira. Deixe dourar de um lado e vire para dourar o outro lado. Reserve e repita toda a operação até finalizar com a massa. Deve render aproximadamente uns 6 crepes.
2. Com o cortador de cookies, corte 6 circunferências de cada crepe.

Recheie os crepes

1. Espalhe os mini crepes sobre uma superfície limpa. Distribua compota de pêras sobre cada mini-crepe.
2. Amarre cada crepe com uma cibolette.
3. Ao servir: leve ao forno pré-aquecido por uns 5 minutos e sirva. Vai fazer sucesso!

***

* finger food: dicas úteis e receita

Finger food é super-hot !! Todo mundo fala deles. Cada vez mais e mais as festas e recepções rendem –se ao charme sedutor dessas mini-guloseimas. Segue aí, então, uma receitinha de dar água na boca e um guia que irá auxiliá-los no que se deve ter em mente na hora de recepcionar seus amigos com finger food. It’s party time. Let’s go!







fotos:llunkes



dicas úteis para quem quer organizar uma finger food party

Uma finger food party, como o nome sugere, é qualquer tipo de recepção ou evento onde a comidinha servida não vai além de um punhado de deliciosas, coloridas e multiformes mini-porções que cabem, comodamente, entre o polegar e o indicador ( fingers, by the way ). O convidado deve ser capaz de trucidar a guloseima em questão de uma ou duas mordidas, no máximo. E foi-se. Nééééxt !!!

Pois bem. Para que o seu rendezvouzs de mini-bocados seja, então, um sucesso, segue abaixo um guia que o auxiliará na logística do que se deve ter em mente na hora de planejar uma finger food party bem bacana e evitar, assim, os indesejáveis estresses de marinheiro-de-primeira-viagem. Vamos lá?


1. Escolha um tema e mantenha-se fiel a ele.

2. Estipule a duração aproximada do evento. Esse dado definirá a quantidade necessária de comida e bebida para a ocasião.

3. O número de canapés por cabeça - a grande dúvida de quem organiza uma finger food party - é calculado da seguinte forma: servem-se aproximadamente 12 peças por pessoa para as duas primeiras horas do evento. A cada hora que vai além desse prazo, o número de unidades por pessoa fica entre 3 a 4 ítens. Após 3 ou 4 horas, seus convidados já estarão para-lá-de-satisfeitos. Se servir pastinhas sobre pães ou crackers, o cálculo é de 30 gramas por cada mordida.

4. Procure ter uma seleção de 4 a 5 diferentes tipos de canapés priorizando a variedade do menu. Mescle pescados, diferentes tipos de carnes, queijos, opções vegetarianas, doces, salgadas, etc. Utilize elementos contrastantes contrabalanceando os picantes com os suaves, os cremosos com os crocantes, os frios com os quentes, os doces com os salgados.

5. Mantenha a simplicidade e não complique demais na elaboração de cada canapé, mas surpreenda os presentes com um deles. Arrase neste!

6. Sirva os ítens frios primeiramente dando seguimento aos quentes. Reserve os primeiros ¾ de duração do evento para oferecer os bocados salgados deixando os doces para o tempo restante.

7. De um modo geral, quanto maior for o número de pessoas, menor será a quantidade de comida ingerida e maior será a carga de álcool acusada no bafômetro.

8. Tenha sempre em mãos um suprimento de emergência no caso de faltar comida. Pães, patês, queijos e pastinhas darão conta do recado.

9. Procure informar-se sobre as possíveis restrições alimentares de seus convidados . Você não ficaria nada feliz em ter que parar a sua festa, justamente quando ela atingiu a estratosfera, para descer das alturas e desovar no pronto-socorro o infeliz que era alérgico a nozes, mas, mesmo assim, se empanturrou de baklavas.

10. Na dúvida de que vinho servir para harmonizar com as micro-comidinhas, espumante é sempre a melhor opção. Mas sinta-se livre para servir qualquer tipo de bebida alcoólica. Para um evento de duas horas de duração, o cálculo aproximado é de uma garrafa de vinho ou espumante para cada 2 convidados. Ofereça bebidas não-alcoólicas concomitantemente e tenha um suprimento de água mineral disponível.

Acho que era isso, para começar. Não esqueça que a festa é sua e o importante é você também poder curti-la com seus amigos e convidados. Organize-se, então, para que isso seja possível. Faça listas. Listas de compras, lista de tarefas, lista de receitas, listas, listas, listas. Quanto mais você se programar e se antecipar, menores serão os erros e maiores as chances de sucesso. Não há nada pior do que ficar correndo de um lado ao outro durante o evento para apagar os incêndios provocados por uma organização deficitária. Tomando-se as devidas precauções, só restará relaxar e entrar na animação geral. Boa sorte!


Mini cheesecakes de queijo de cabra e ricota com abóbora e cebola caramelizada
(Rende em torno de 40 mini-porções)

Para a massa brisée

200 g de farinha de trigo peneirada
100 g de manteiga, cortada em cubos pequenos e gelada
Um ovo batido com 10 ml de água gelada
Pitada de sal
Pitada de açúcar
1 colher extra de água gelada, se necessário

Para o cheesecake

200 g de queijo de cabra boursin, à temperatura ambiente (*)
100 g de ricotta creme, à temperatura ambiente
1 ovo grande + uma gema, batidos
Pimenta preta moida a gosto

Para o topo

200 g de abóbora cortada em cubos minúsculos
2 cebolas grandes, fatiadas finamente
Sal e pimenta do reino
Óleo de oliva extra-virgem
1 folha de louro
3 colheres de sopa de cognac
Broto de cebola ou salsinha picada

Equipamento especial: uma forma de torta pie de 26 cm de diâmetro, um cortador de cookies de 3 cm de diâmetro, processador de alimentos

PREPARO

Faça a massa brisée

1. Ligue o forno à temperatura de 200 graus centígrados. Coloque a farinha, o sal, o açúcar e a manteiga gelada no processador. Dê alguns pulsos no motor até a manteiga encorporar e formar uma “areia grossa”. Ligue o processador no modo contínuo e acrescente o ovo batido. Levará apenas alguns segundos para um bloco de massa se formar de forma desprendida. Desligue e retire um pouco dessa massa e , com a ponta dos dedos, amasse um pouco para testar o “ponto de liga “. Se a massa ainda estiver seca e esfarelenta, ligue novamente o processador e acrescente a colher extra de água gelada. Desligue . Junte toda a massa formando uma bola achatada. Cubra. Leve à geladeira e deixe descansar por uma hora.
2. Depois de descansada, abra a massa com um rolo e ajeite-a na forma-pie. Não é necessário colocar massa nas laterais da forma. Fure o fundo com um garfo e leve à geladeira para mais uns 15 minutos.
3. Asse a massa no forno por uns 20 minutos , ou até ela ficar leve-éve-éve-évemente dourada. Retire do forno e deixe esfriar um pouco. Não desligue o forno.

Enquanto isso, faça o recheio de queijo

1. Num recipiente misture os queijos, os ovos e a pimenta.
2. Coloque os queijos sobre a massa pré-assada e espalhe de modo a obter uam superfície lisa e homogênea.
3. Leve o cheesecake de volta ao forno por mais uns 20 minutos ou até o momento que você perceber que o queijo está para começar a dourar. A idéia aqui é deixar o cheesecake com a cor branca ao invés de dourada. Retire imediatamente e deixe esfriar.

Faça o topo

1. Coloque os cubos de abóbora em uma forma refratária. Tempere com sal, pimenta do reino e óleo de oliva. Leve ao forno para assar por uns 15 minutos, ou até ficarem macios. Retire e deixe esfriar,
2. Numa panela de fundo grosso com fogo muito baixo coloque as cebolas fatiadas, o óleo de oliva , pitade de sal e o louro. Deixe cozinhar em fogo baixo até você perceber que as cebolas estão murchas e transparentes.
3. Levante o fogo para o seu máximo e deixe as cebolas caramelizarem, tendo o cuidado para não queimá-las. Vá acrescentando aos poucos o conhaque e um pouoc de água se necessário. Quando estiverem bem douradas, desligue e tempere com sal e pimenta. Reserve.

Na hora de servir

1. Com o cortador de cookies, corte as mini-cheesecakes. Sobre cada uma delas coloque um pouco da cebola caramelada, dos cubos de abóbora, o broto d ecebola ou salsinha picada e leve ao forno para aquecer por uns 3 minutos. Sirva e e vá colher os cumprimentos.


Planejando-se: você pode fazer a cheesecake e congelá-la por semanas. As cebolas e a abóbora se conservam bem na geladeria por até uns 5 dias. Ou seja, não haverá a menor necessidade de você se puxar demais no dia da sua recepção. Planeje-se com antecedência e tudo sairá perfeitamente bem.

(*) Você náo curte muito queijo de cabra? No problem : use somente o creme de ricota ou outro queijo mole ( como o mascarpone, ou o catupiri) para substituir a mesma quantidade do queijo de cabra. Mas não esqueça que você necessita de um total de 300 g de queijo.

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* ravioli de ervilhas e mascarpone, com brodeto de limão


















fotos: llunkes
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Há inúmeras ocasiões em que você não deveria comer ervilhas frescas: quando não estão frescas seria uma delas, por exemplo. Logo após serem removidas de suas plantas-matter durante a colheita nos meses de verão, essas petit pepitas dão inicio a uma curta e rápida jornada de conversão de seus irresistíveis açúcares em desinteressantes amidos, deixando para trás toda a juventude e frescor de seu sabor e delicada textura. O que fica para o seu prato, então, é uma leguminosa afarinhada, pesada na mordida e de gosto “blazê”. Na dúvida, dê sempre preferência àquelas congeladas no balcão frigorífico do super-mercado, pois serão, provavelmente, bem superiores em qualidade.

Ravióli de Ervilhas e Mascarpone em Brodeto Aromático de Limão
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Tudo bem, eu admito - a receita pode até ser trabalhosa - um pouquinho só. Mas, em contrapartida, pode-se optar por alguns atalhos na elaboração desse ravioli delicioso e diminuir consideravelmente o tempo de ralação na 'coz'. Por exemplo: ao invés de fazer a massa, você poderia comprar folhas frescas de lasanha e utilizá-las para tal fim. Isso reduziria o volume do trabalho pela metade. Ou melhor ainda : faça o recheio e leve-o para uma casa de massas que você confia e peça para preencherem os raviólis. Farão isso com a maior boa vontade, tenho certeza. Digo isso por experiência própria. Vam’bora? Mãos na massa !

Para a massa básica do ravioli

(rende ½ kilo)

3½ xícaras de farinha de trigo
4 ovos grandes
½ colher de chá de óleo de oliva

1. Em uma bacia grande coloque a farinha e faça um poço no centro do monte. Coloque os ovos e o óleo de oliva no centro da cavidade.
2. Com o auxílio de um garfo, misture os ovos e o óleo e aos poucos comece a incorporar a farinha aos ovos usado sempre a farinha que está mais próxima às bordas da cavidade.
3. Quando você já tiver incorporado mais ou menos a metade da farinha aos ovos, a massa começará a se formar. Comece a sovar a massa com a palma de sua mão.
4. Ao atingir uma massa coesa, remova-a da bacia e retire o excesso de farinha que por ventura estiver grudada.
5. Polvilhe com farinha uma superficie de uma mesa ou balcao de granito e sove a massa por uns 6 minutos até esse ficar elástica e levemente grudenta.
6. Enrole a bola de massa em um filme e deixe descansar à temperatura ambiente por uns 30 minutos antes de enrolá-la e proceder com os raviolis.


Para o recheio dos raviolis
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(Rende mais ou menos 30 raviolis)

1 kg de ervilha congelada ( rende 450 g de purê)
40 g de manteiga derretida
Suco de ½ limão siciliano
Meia cebola branca grande, cortada em cubos pequenos
250 g de creme de ricota
Sal marinho
Pimenta do reino branca
80 g de queijo pecorino ralado

1. Descogele a ervilha e passe-as ligeiramente no processador até formar um purê grosseiro.
2. Com o aulílio de uma espátula de borracha, passe as ervilhas por uma peneira bem fina, retendo as cascas na malha da peneira e deixando passar somente a polpa. Reserve a polpa.
3. Salteie a cebola levemente em óleo de oliva até ficar translúcida. Deixe esfriar.
4. Misture a polpa da ervilha, a cebola, o suco de limão, a manteiga, a ricota, o pecorino, o sal e a pimenta até formar uma pasta homogênea.


Recheando os raviolis

1. Divida e massa em duas partes e abra ambas as partes com o auxílio do rolo de massa ou da pasta machine. Você obterá 2 folhas de massa.
2. Coloque a primeira folha numa superfície pulverizada com farinha de trigo.
3. Arranje uma colher de sopa do recheio a cada 7cm de distância um do outro.
4. Arranje a outra folha de massa sobre essa cuidadosamente. Pressione com os dedos a folha superior contra a que está abaixo pela superficie ao redor do recheio.
5. Corte os raviolis usando um cortador . Pressione bem as bordas de cada ravioli.
6. A partir desse momento você levá-los ao congelador dispondo-os separadamente até congelarem. Transfira-os para um saco plástico e armazene-os por até 10 dias.


Para o brodeto de limão com os raviolis
( Para 4 pessoas )

1 litro de um bom fundo de frango, ou caldo de galinha
Suco de ½ limão siciliano
1 colher de chá de raspas de limão siciliano, fresco
1 dente de alho esmagado
1 ramo de mangericão
Sal marinho
Folhas de broto de ervilha, ou broto de cebola ou salsinha picada
24 ervilhas frescas e cozidas
16 raviolis de ervilha

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* ravioli de moranga e queijo de cabra
















foto: llunkes


Sempre imaginei que a moranga casaria bem com o queijo de cabra. Só restava apresentá-los um ao outro e conferir. Pois não deu outra. Eles são praticamente almas gêmeas, para a minha felicidade de padrinho. Confira você mesmo!!



ravióli de moranga, queijo de cabra e essências

O embrulho é sempre um detalhe, é verdade. Importante, porém um mero detalhe. Todos concordam que o que está realmente em jogo é o que encontramos dentro do pacote, não é mesmo? Pois o recheio desse ravioli é o que verdadeiramente conta. Um presentaço ! Mas se o “papel” lhe custar mais caro que o conteúdo, encontre um outro modo de empacotá-lo, ora bolas. Se fechar os raviólis é algo que o seu tempo e disposição o impedem de fazê-lo, não se aperte : faça então uma lasanha super bacana. É bem mais fácil e igualmente deliciosa. O negócio é ter jogo de cintura. Divirta-se e bom apetite. Depois me conte.

Para o recheio (rende uns 30 raviolis grandes)

300 g de purê moranga
200 g de queijo de cabra ( boursin ou massa àcida , bem mole) (*)
60 g de queijo pecorino ou grana padano
algumas gotas de limão
sal marinho
pimenta caiena a gosto ( cuidado: é forte! )
noz moscada ralada na hora, a gosto
4 colheres de sopa de manteiga mole
½ colher de chá de essência de baunilha
1/4 colher de chá de essência de amêndoas

1. Em um recipiente misture a moranga, a manteiga e os queijos.
2. Tempere com o sal, a pimenta, a noz moscada. Adicione as gotas de limão e as essências.
3. Leve à geladeira por 1 hora, antes de rechear os raviolis.
(*) se preferir, use ricota.


Para a massa básica do ravioli
(rende ½ kilo)

3½ xícaras de farinha de trigo
4 ovos grandes
½ colher de chá de óleo de oliva


1. Em uma bacia grande coloque a farinha e faça um poço no centro do monte. Coloque os ovos e o óleo de oliva no centro da cavidade.
2. Com o auxílio de um garfo, misture os ovos e o óleo e aos poucos comece a incorporar a farinha aos ovos usado sempre a farinha que está mais próxima às bordas da cavidade.
3. Quando você já tiver incorporado mais ou menos a metade da farinha aos ovos, a massa começará a se formar. Comece a sovar a massa com a palma de sua mão.
4. Ao atingir uma massa coesa, remova-a da bacia e retire o excesso de farinha que por ventura estiver grudada.
5. Polvilhe com farinha uma superficie de uma mesa ou balcao de granito e sove a massa por uns 6 minutos até esse ficar elástica e levemente grudenta.
6. Enrole a bola de massa em um filme e deixe descansar à temperatura ambiente por uns 30 minutos antes de enrolá-la e proceder com os raviolis.

Preenchendo os raviólis

1. Corte a bola da massa em duas partes. Reserve uma. Com o auxílio do rolo de massa, abra a primeira metade de modo a obter uma folha de usn 2mm de massa.
2. Com o auxílio de uma colher de chá, faça pequenos montes do recheio de abóbora sobre a folha da massa à uma distância de uns 5 ou 6 cm um dos outros de forma a cobri toda a superfìcie da massa. Com um pincel de confeiteiro previamente molhado na àgua, pincele as bordas de cada montinho de moranga.
3. Abra a outra metade da massa com o rolo de maneira a obter a mesma figura da primeira. Cuidadosamente, coloque essa nova folha por sobre a primeira , cuidando para não desfazer os montes do recheio e definir bem as bordas de cada ravioli. Pressione com os dedos para as duas lãminas de massa grudar um outra e corte os raviolis com um cortador de cookies.
4. Reserve até a hora de cozê-los. Sirva de 3 a 4 raviólis por pessoa. Congele o restante que sobrar para uma outra ocasião.

Para o molho (serve 4 pessoas)

1/2 xícara de fundo de frango
1/4 xícara de vinho seco branco
1/2 limão siciliano
2 colheres de cebola picada finamente
1 dente de alho , esmagado
4 colhers de sopa de manteiga, gelada e cortada em cubos pequenos
2 colheres de sopa de queijo pecorino ou granna padano para polvilhar

1. Cozinhe os raviolis em bastante água com sal. Calcule em torno de 3 a 4 por pessoa.
2. Enquanto os ravioli estão no fogo: Numa panela pequena ferva o fundo, o vinho, a cebola e o alho até reduzir para mais da metade. Coe .
3. Retorne com o líquido ao fogo e, com o auxílio de um fuê, acrescente os cubos de manteiga aos poucos, sempre mexendo até a manteiga toda encorporar. Desligue e tempere com sal, pimenta do reino e algumas gotas de limão.
4. Escorra os raviólis e misture no molho. Polvilhe com o queijo ralado. Bom apetite!

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* "capresiana"de beringela












foto: llunkes

Onde se ganha o pão não se come a carne, certo? Certíssimo, ainda mais se considerarmos alguns restaurantes e seus inigualáveis quitutes à la parmegiana. Eu explico. Ao solicitar, digamos, um filé preparado dessa maneira, o que geralmente chega à sua mesa é uma massa corpórea indecifrável, sepultada entre duas espessas paredes de farinha de rosca e lambuzada com algo vermelho que é otimisticamente chamado pelos donos do estabelecimento de 'molho de tomates'. Soa familiar? Pois é, soa mesmo. E, em alguns casos, faz-se até necessário o auxílio de um telescópio híper-potente para detectar, entre os escombros cósmicos da goroba, a mirradinha da carne que se encontra lá bem ao looooonge, tristiiiiiinha, vagando à deriva pelas imediações de Andrômeda. Consegue ver? É geralmente esse, então, o exato momento quando você passa a perceber que a distância que separa a sua mordida desse tímido filete proteico é a vastidão de um universo de óleos multi-poli-saturados embebecidos em uma farofinha de ... de ... de pão !!! Héllo-ou !! Tlin, Tlin. Acabo de ouvir a musiquinha da caixa regi$$tradora. Há alguns lugares onde se paga pela carne. Come-se o pão.
Enfim, chega de devaneios de ordem ético-metafísica ... vamos à receita?

Capresiana de Beringela

O nome parmegiana vem, ao contrário do que muitos podem pensar, da palavra palmegiana (persiana) que traduz, no dialeto siciliano, a maneira como as fatias de beringela estão arranjadas umas por sobre as outras . Caprese, por outro lado, é uma salada muito bacana que combina mozzarella de búfala, tomates maduros e manjericão com aquela mesma simplicidade e maestria digna dos italianos. Pois então ... a "capresiana" abaixo não passa de uma brincadeirinha de alquimia que deu super certo. Ao reunir o melhor das duas receitas temos um prato leve, aconchegante e saborosíssimo.
(para 4 pessoas)
1 xicara de óleo de oliva extra virgem
3 dentes de alho, laminados
1/2 cenoura pequena ralada bem fininha
1 colher de chá de orégano seco
2 latas de 400 g de tomates pelados (tomates no inverno)
Pimenta calabresa, a gosto
Sal e pimenta a gosto
1 xícara de farinha de trigo peneirada, em um recipiente
3 ovos diluídos em 60 ml de leite
2 xícaras de farinha de rosca bem fina, em um recipiente
Folhas de manjericão, rasgadas
1 beringela grande
4 colheres de sopa de queijo grana padano ralado
150g mozzarella de búfala , ralada


PREPARO

Um dos segredos do sucesso desse prato está justamente na finíssima cobertura de farinha de rosca que cria um contraste muito leve e crocante com a maciez da beringela. Desconfio que o ovo lhe dirá como chegar a esse efeito. Bom apetite.
para o molho

1. Leve ao fogo o óleo e o alho em uma panela de fundo grosso. Espere até o alho ficar fragrante e transparente e, então, adicione a cenoura, a pimenta calabresa, o orégano e os tomates. Abaixe o fogo e deixe cozinhar até o líquido reduzir e você obter um molho firme. Desligue e reserve.


para a beringela

1. Tempere cada uma das farinhas e os ovos batidos com sal e pimenta do reino. Corte a beringela logitudinalmente em fatias regulares de uns 5 mm cada.
2. Passe as fatias primeiramente na farinha de trigo, tendo o cuidado de retirar o excesso desta que houver aderido à beringela .
3. Em seguida, repita a mesma operação mergulhando as fatias no ovo e em seguida na farinha de rosca sempre removendo o que exceder. Você deverá ter uma película relativamente fina de farinha de rosca cobrindo homogeneamente toda a superfície de cada lâmina de beringela. Reserve até a hora de fritar.
4. Coloque uma frigideira com óleo de oliva em fogo médio-alto. Deixe o óleo esquentar, mas não demais, e frite cada fatia de beringela de ambos os lados até atingirem um cor dourada. Escorra em papel.
5. Unte uma forma refratária pequena com óleo de oliva. Cubra o fundo dela com um pouco do molho de tomates. Arrange as beringelas na forma "palmegiana" , ou seja, uma sobrepondo a outra como se fossem lâminas de uma persiana fechada.
6. Distribua o restante do molho sobre a "persiana". Não coloque em excesso. Se sobrar, guarde-o para outra ocasião.
7. Acima do molho, polvilhe com o queijo ralado e espalhe a mozzarella de búfala e algumas folhas frescas de manjerição. Reserve até o momento de levar ao forno e servir.

AO SERVIR

1. Leve a beringela capresiana ao forno à 200 graus e asse até o molho borbulhar, a mozzarella derreter e o ambiente empregnar-se daquele cheirinho super gostoso. Está pronto. Retire do forno, distribua mais algumas folhas frescas de manjericão e vá servir os seus amigos. Afinal, onde se ganha a beringela, não se come o pão! Ou, pelo menos, muito pouco dele.

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